segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


A plateia se enche, existe o interesse em ver de perto todas essas mulheres instigantes.

Não se esconde, mas evita holofotes, quebra vidros, te joga na parede.

Uma Selma, uma Fernanda, Montenegro. Mil cigarros, Winehouse. Um banco, Búzios, Brigite Bardot. Woodstock, Janis. Um pouco de vento na saia, Marilyn.
Prazeres bobos , únicos e pessoais, como Amelie Poulin, sem arrependimentos “Non rien de rien” intensidades de um cisne negro, certezas e dúvidas por estar Closer, perto demais. Pintando cores q nem Penelope ou Carmem Maura viram com Almodovar, nem Tarsila sendo moderninha ou modernista. Se liberta de prisões de Olga, Lindsay ou qualquer outra que se encarcere-se, mas...ama, como Catitu, Julieta, Ariel ou Selminha,  e é mais amada que qualquer Ritinha.
No contar das horas de Juliane Moore ou Meryl Streep  se transforma como Virnigia Woolf, pode ser Monalisa ou Venus de Milus, como Izabelle. “what the film? What the film?”
Pode dançar canções de Marisa, Zizi, Gal, Rita, ou feitas pra Malu.
Uma bonequinha de luxo pra Audrey Hepburn.
“Toda mulher se faz de louca, toda mulher é meio Leila Diniz”
E vem, volta, sem susto da vida boa.
Pode ser Baby, nova, se junta, roda a baiana e grita pro mundo: “Antes de você ser, eu sou amor da cabeça aos pés”

 

domingo, 26 de agosto de 2012

Vem. Cruzar. Caminhos.

Às vezes parece que preciso cruzar o oceano para resolver algo, mas não tenho coragem de atravessar a rua e ver o que tem ali, do outro lado.
O arrependimento do ter feito algo é como um tapa na cara, passa a ficar na lembrança, mesmo não muito boa, mas o arrependimento de não ter feito é como se me rasgasse a pele aos poucos com unhas grandes, cada vez q lembro.
Não quero mais isso!

Atravesse essa rua, olha para os dois lados e se preciso, deixe esse carro te pegar e estraçalhar a sua alma, mas não rasgue mais sua pele.


-voltando de Paraty, ouvindo a mesma música o tempo todo no dia 25 de agosto de 2012, pensando nisso, esperando sintonia, sentindo falta de um lado meu.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um

Uma liga. Um desiste. Um não tem créditos. Um solteiro.Umas ligadas. Uma vai ser mãe. Uma ensina. Um corre. Um finge de morto. Uma fica na vontade. Um lembra. Outros esquecem. Uma se diz encalhada. Uma viaja.Uma chora. Um deseja. Um vai. Outros ficam. Um encontro. Um bolo. Um copo de café. Um cigarro. Sem cerveja. Tanta saudade.Uma vergonha. Uma chega. Um hello. Um dia qualquer. Um universo. Um abraço. Uma lua. Sem bom dia. Umas músicas. Sem poesia. Uma coisa. Uma paixão. Uma saudade. Um pé no chão. Outro também. Um balanço. Uma conquista. Um beijo.
Um dia quem sabe?
Uma. Um. Uns.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Lucas x Lucas.

-Doí.
-É q as memórias não morrem.
-E voltam msm nas noites q vc se diz bem.
-Dorme. Passa.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eu vingiava a luz acesa, esperando ela se apagar, vocês descendo, ela falando, dizendo, falando mais, imaginava os passos que vocês dariam do quarto andar até ali embaixo, onde eu esperava.
Precisava compartilhar coisas da noite anterior, precisava contar dos carinhos, receber conselho, rir e apenas ir, pra onde não tem importado muito, tem valido a companhia.
As vezes é melhor que se confundam, que podemos nos confundir, e descobrir que se descrever tá por fora, eu sou aquilo que pensava que não era e você não é bem o que achava que era.
No mais, vamos acompanhar.
Não sufocar.
Viver!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Pouco e tanto mais

O que você podia me oferecer numa noite era o corpo, o copo, e um pouco mais, enquanto tantas outras pessoas me oferecem papos, tatos, afagos, desabafos e um tanto mais, em noites que olhando assim, de fora, pareceriam iguais, mas...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Um suspiro.


Seria o bastante devorar flores que um dia poderia receber, comer cada pétala como se ali fosse seu corpo, passear por cada botão.
Ouvir melodias, canções ou palavras em qualquer idioma, ouvir mentirinhas ou brincadeirinhas faladas seriamente e eu : “Sério?” Recebo como resposta um sorriso, que lindo seria isso pela manhã, ao menos que fosse uma segunda-feira, que nem seu sorriso me alegraria, talvez por saber que logo levantaria e te deixaria, me alegro com verde, com o copo, com a expectativa do próximo encontro, da  te(n)são que se estabelece nos nossos papos mesmo falando de qualquer  coisa.

Que coisa isso.
Tudo vai, tudo vem. Será?
Quando? Ou até quando?
Um suspiro. Doce.
Pra ter um fim q se inicie logo.
Concreto.