domingo, 24 de abril de 2011

Sou filho de Jorge e Luz, que me fizeram iluminado.

As(sim) eu sou!
Feito de carne, pouca poesia,do certo, do errado me fiz desse jeito tão errante e sempre afim de mais, de mais, demais...
Me mantenho de sentimentos livres e soltos, me alimento e amigos, amores impossíveis,cerveja, sons, fumaça, fogo, de fogo eu vou ate o amanhecer incerto para mim e para toda a America Latina, Ásia, Oceania e Server do Vouga.
To sempre junto, sou tão só, tão meu, tão assim que nem sei se sim, ou se sou assim. Sim. Melhor que sim
Cartas, fotografia digital, cenas, meu cheiro e tudo mais para mim, para você, dentro de mim.Minha cabeça meio tonta, meio de ressaca, desvia meu foco, me leva, me conduz ate...ate...onde eu queria estar, com quem eu queria estar? Quantas possibilidades.Volta aquele dia.Volta!Vem.
Tenho tido pouco medo de me expor, “exponho meu modo, eu canto para quem...” tenho andado, eliminado, buscando paixões, me arriscando, decepcionando, me prenderam!!!
Me solta.Me toca.Me mostra.Te ensino.Me ensina a ser mais fácil.Me vence.Me beija.Me enlouquece esses dias de calor.
Lucas F.
Sábado 20 de novembro de 2010
Um sol de tantos grau
Lua em sagitário.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O quem

“A frente” do se próprio tempo ele vai, passo a passo se transformando em outros, transformando outros nele, devagarzinho pouco a pouco leva a lugares novos, apresenta gente e coisas interessantes que noutra  hora fora apresentado.
Move mundo e fundo se movimentando ao som das musicas que regue matando mil vezes as mesmas pessoas, os mesmo sentimentos e sendo sempre cutucado pelo passado amoroso, por novos amores e desejos. Vai!
Vira o copo, bate na mesa e sacoleja, se despe com a velocidade e se veste, e ainda assim se mostra nu, mas só quem tem sentimentos pode ver.
Seus esconderijos estão se acabando, são tão claros, afinal não é de sua vontade se esconder.
Nao acredita em bicho papão, vei do saco ,nem em mula sem cabeça.Tem a cabeça no lugar (do coração?- Não)
Sozinho incapaz, busca a solidão em vão, não consegue, não deixam, vai para cama, sua, sonha, deseja e as vezes vê.
Procura palavras não chão onde nunca pisou (cabeça nas nuvens)volta de onde começa e nunca termina.
Passando para depois o futuro o espera, talvez tão ansioso, tenta esquecer
Recebe visitas de vaga-lumes multicoloridos que forma um dégradé de cores e amores, mas só ele vê, ou ouve, sob efeito de feitos exclusivos a ele
Ele libera toda a sujeira, quase limpa, quase podre.
Pra la de Marrakesh e aqui na sua frente ele beija, deseja, se entrega e diz: “sou seu”
Sou eu!  

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Falta


Tenho sentido sua falta, dos nossos papos e ate do meu desejo.
Falta dos carinhos que trocamos, hoje sinto que estamos distantes, nos perdendo, eu ainda cheio de coisas a aprender a ensinar. Pensei em de levar comigo, seria melhor, não estaria te perdendo, o  jogo não acaba aqui, e se um dia me perder, ainda espero que me ache, se não achar, “que seja bom o que vier, para você, para mim”, mas não se esqueça o que disse que senti, porque de fato senti, e se volto a pensar  te carrego comigo, agora sem lugar para ir, apenas esse mundo. Tenho a sensação de te ouvir, mesmo quando não escuto esse alguém tão mudo que te habita.
Caio diria: “Fiquei feliz em poder sentir sua falta. A falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém (...)Eu te preciso perto, longe, tanto faz”
Boa noite!
E eu você ta lendo, não se preocupe em adivinhar o que escrevi, pode ser só mais uma invenção...
Sem data, sem destino...