quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passado, presente e futuro...


Sonhos passados, projetos presentes e dúvidas futuras, queria me consultar com Madame Mona Yonara sacerdotisa  oriental para ajudar.
Os sonhos estão passando a cada temporada, se tornam peças para meu museu particular, quase cabendo na caixa de vinte e poucos anos, no telefone tento de alguma forma reanimar esse ser que está querendo deitar, descansar, nao me refiro à morte física, mas como ela diria: “fechamento de um ciclo, inicio de outro” mas esse ser fica inquieto com esses projetos tão presentes, que ele cuida com presentes ganhos ou como os presentes que da. Tudo seria mais fácil, mas logo ali na frente estão as mais temidas de todas: as dúvidas futuras, junto a elas esse sono que impede que as palavras saiam, talvez pra não entrar em assuntos mais sérios, sobre as grandes confusões.
Juro que não escrevi só por escrever, durante esses minutos pensei muito e senti esse incômodo. Sabe quando você é criança e te chamam de pentelho inflamado?
Então entendi o que isso significa agora...Chato para caramba!
Ah, na sua família não te chamavam assim? Pô aqui em casa era normal.
Boa noite!

domingo, 24 de abril de 2011

Sou filho de Jorge e Luz, que me fizeram iluminado.

As(sim) eu sou!
Feito de carne, pouca poesia,do certo, do errado me fiz desse jeito tão errante e sempre afim de mais, de mais, demais...
Me mantenho de sentimentos livres e soltos, me alimento e amigos, amores impossíveis,cerveja, sons, fumaça, fogo, de fogo eu vou ate o amanhecer incerto para mim e para toda a America Latina, Ásia, Oceania e Server do Vouga.
To sempre junto, sou tão só, tão meu, tão assim que nem sei se sim, ou se sou assim. Sim. Melhor que sim
Cartas, fotografia digital, cenas, meu cheiro e tudo mais para mim, para você, dentro de mim.Minha cabeça meio tonta, meio de ressaca, desvia meu foco, me leva, me conduz ate...ate...onde eu queria estar, com quem eu queria estar? Quantas possibilidades.Volta aquele dia.Volta!Vem.
Tenho tido pouco medo de me expor, “exponho meu modo, eu canto para quem...” tenho andado, eliminado, buscando paixões, me arriscando, decepcionando, me prenderam!!!
Me solta.Me toca.Me mostra.Te ensino.Me ensina a ser mais fácil.Me vence.Me beija.Me enlouquece esses dias de calor.
Lucas F.
Sábado 20 de novembro de 2010
Um sol de tantos grau
Lua em sagitário.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O quem

“A frente” do se próprio tempo ele vai, passo a passo se transformando em outros, transformando outros nele, devagarzinho pouco a pouco leva a lugares novos, apresenta gente e coisas interessantes que noutra  hora fora apresentado.
Move mundo e fundo se movimentando ao som das musicas que regue matando mil vezes as mesmas pessoas, os mesmo sentimentos e sendo sempre cutucado pelo passado amoroso, por novos amores e desejos. Vai!
Vira o copo, bate na mesa e sacoleja, se despe com a velocidade e se veste, e ainda assim se mostra nu, mas só quem tem sentimentos pode ver.
Seus esconderijos estão se acabando, são tão claros, afinal não é de sua vontade se esconder.
Nao acredita em bicho papão, vei do saco ,nem em mula sem cabeça.Tem a cabeça no lugar (do coração?- Não)
Sozinho incapaz, busca a solidão em vão, não consegue, não deixam, vai para cama, sua, sonha, deseja e as vezes vê.
Procura palavras não chão onde nunca pisou (cabeça nas nuvens)volta de onde começa e nunca termina.
Passando para depois o futuro o espera, talvez tão ansioso, tenta esquecer
Recebe visitas de vaga-lumes multicoloridos que forma um dégradé de cores e amores, mas só ele vê, ou ouve, sob efeito de feitos exclusivos a ele
Ele libera toda a sujeira, quase limpa, quase podre.
Pra la de Marrakesh e aqui na sua frente ele beija, deseja, se entrega e diz: “sou seu”
Sou eu!  

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Falta


Tenho sentido sua falta, dos nossos papos e ate do meu desejo.
Falta dos carinhos que trocamos, hoje sinto que estamos distantes, nos perdendo, eu ainda cheio de coisas a aprender a ensinar. Pensei em de levar comigo, seria melhor, não estaria te perdendo, o  jogo não acaba aqui, e se um dia me perder, ainda espero que me ache, se não achar, “que seja bom o que vier, para você, para mim”, mas não se esqueça o que disse que senti, porque de fato senti, e se volto a pensar  te carrego comigo, agora sem lugar para ir, apenas esse mundo. Tenho a sensação de te ouvir, mesmo quando não escuto esse alguém tão mudo que te habita.
Caio diria: “Fiquei feliz em poder sentir sua falta. A falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém (...)Eu te preciso perto, longe, tanto faz”
Boa noite!
E eu você ta lendo, não se preocupe em adivinhar o que escrevi, pode ser só mais uma invenção...
Sem data, sem destino...

terça-feira, 29 de março de 2011

De um dia de Devir!

Ando ansioso, duvidoso, meio sem quê, nem porquê...
Chegou sexta, me arrumo, pego ônibus, chego e espero, espero ansioso como sou, e tenho sido ainda mais, espero, e espero com gosto, que gostoso é espera-los!
Espero.
Algo parece estranho, diferente, algo ta fora do seu lugar.

Chega uma, dividimos uma banana. Chega outro dividimos palavras. Chega a hora e começamos o nosso bom dia.

Parece que tenho tentado fugir disso, de mim, desses dias, dos dias, das criações nossas de cada dia, fico tão ansioso para que as coisas aconteçam e aconteçam que quando vejo passou...e nada fiz.

Quando me dei conta estava eu ali, tranqüilo, sem ansiedade, sem dúvidas, sem medos, estava para eles, só para eles. Na verdade desliguei de qualquer entendimento e comecei a senti, prefiro assim, que continue assim, sempre sentindo e sendo sentido.

Cansei. Pesquei. Remei. Pulsei.Chorei.

Deitado com minha cabeça no peito de um, abraçado com outra, beijo um pé branco, ouço murmurinhos deliciosos no meu ouvido enquanto sinto carinho no cabelo, e me sinto rodeado de, de...Amor(?). Me sinto amado e  querido, mas quando isso é demonstrado de forma clara, fico leve, pronto para esperar ansiosamente minhas dúvidas, as terças, as sextas, eles e claro, todas as minhas ansiedades.Continuo Devir.


Lucas F.
30/04/10- De um ensaio de Devir

terça-feira, 15 de março de 2011

Sobre Cobras, Deus e asas

Já mencionei que Deus não da asas as cobras?
Tenho quase certeza que sou uma cobra, uma naja diria Caio f., uma naja sem asas...
Vivo guardando todo meu veneno pra usar na hora certa, mas não aguardo minha capacidade de rir intensamente de tudo.
Assim vou vivendo sendo bem mais simples que minha complexidade exterior.
O meu medo de guardar meu puro e doce veneno é de que um dia, talvez depois de amanhã, eu me morda e morra com meu próprio veneno.
Sobre cobras, asas, najas e Deuses...e o caralho a quatro também.
Tantas coisas nesse mundo que eu me perco um pouco, tenho que pensar “ será que eles estão rindo de mim ou pra mim?” “será que engordei, será que emagreci?” “é o cabelo não é?” pode falar, pode falar....
Porra, caralho que merda, tanta coisa pra me preocupar e vem falar de cabelo?
Sobre asas, najas, cabelo, deuses, cobras, sobre tantas coisas que nem me lembro o nome...
Como é mesmo o nome daquilo que se da? Aquilo que se da quando gosta de alguém?
Carrinho? Corinho?
Carinho....
E quando a gente gosta de alguém, da carinho e ela vai embora? A gente sente um aperto no peito uma dorzinha...
Saudades...
Que saudade de ouvir isso...
Carinho, amor. Saudades, respeito...
Tem tempo que eu sinto saudades de algumas pessoas...
Acho que elas também sentem saudades de mim...
Acho que vou ligar pra minha mãe...
Sobre cobras, najas, Deus, cabelos, mães, você...sobre tantas coisas e eu nem sei quem sou!


terça-feira, 1 de março de 2011

[...]


Chego em casa depois de varias cervejas com você  e rodeado de quase desconhecidos, com a certeza que te conheço, que te quero cada dia mais.Sinto que agora (ou a algum tempo) piso em chão nosso, tenho com quem caminhar e certo que esse alguém é você.
Pelo olhar mostramos o que somos, um para o outro, não precisamos contar, mudaram  a direção, os caminhos se cruzaram para que hoje eu me sinta assim, muito próximo de estar completo, tenho você.
Faltam palavras, letras, pontos e até sentimentos para que eu possa, enfim, me expressar de forma  clara sobre você. (Dormi, amanhã termino)
Acordei.Resolvi terminar. Novos sentidos. Novas palavras. Novas histórias.
Meu ascendente? O que representa os primeiros impulsos. Teu signo.
Uma bobagem talvez.
Pensei, pensei, pensei para terminar, acho que reticências... é porque assim o tempo se encarrega de continuar a escrever, assim do jeito q tem que ser, sem final.
Quem disse que precisamos ir embora? Ai ai como é bom ter irmãos.
[...]